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Validação contínua de operações

NCM, CEST, CFOP, CST/CSOSN, ST e DIFAL validados em cada operação — antes da SEFAZ rejeitar.

O motor fiscal roda regra a regra sobre cada operação: classificação (NCM na tabela oficial, CEST no convênio), enquadramento (CST/CSOSN compatível com o regime), operação (CFOP coerente com a UF de destino), substituição tributária e DIFAL.

Cada achado vem com severidade, confiança, sugestão de correção e fonte oficial — e o catálogo público de regras mostra o estágio de maturidade de cada uma. Transparência no lugar de caixa-preta.

Regra versionada e reproduzível

Cada validação identifica campo recebido, contexto da operação, versão da regra e fonte. O resultado preserva a data em que foi produzido, permitindo compreender por que duas análises de períodos diferentes podem chegar a orientações distintas.

Severidade e confiança

Bloqueio estrutural, alerta cadastral e oportunidade de revisão não têm o mesmo peso. A interface diferencia urgência e nível de evidência para evitar que todo achado pareça uma rejeição inevitável.

Antes da transmissão

A integração pode devolver orientação ao sistema emissor antes do envio, respeitando o fluxo definido pelo cliente. O ERP decide se bloqueia, alerta ou encaminha para revisão conforme regra e permissão.

Depois da correção

Nova análise não apaga a anterior. Status, responsável e comparação mostram o que mudou. Essa trilha ajuda a medir recorrência e localizar cadastro que voltou a produzir o mesmo problema.

Catálogo transparente

Regras publicadas exibem escopo, estágio de maturidade e referência. Casos que dependem de interpretação ou dado externo são apresentados como orientação, não como cálculo definitivo.

Validação do piloto

Amostras reais e casos controlados testam falsos positivos, mensagens e retorno estruturado. O aceite exige que cada apontamento possa ser explicado até a origem.

Governança na implantação

Antes de liberar para produção, a equipe define responsáveis, permissões, origem dos dados e comportamento esperado em cada resultado. Uma amostra controlada é comparada com a análise do profissional responsável. Divergências viram casos de teste, não correções silenciosas. Depois da entrada em operação, versão da regra, histórico, falhas e métricas são revisados periodicamente. Esse processo mantém a automação útil sem esconder limites e permite que software house, empresa e consultoria compreendam qual decisão pertence a cada parte.

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